Em vídeo publicado nas redes sociais neste domingo, 26 de abril, o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, detalhou suas principais propostas econômicas para uma eventual gestão federal. O político reforçou que sua plataforma será pautada pela austeridade fiscal e por um amplo programa de desestatização, citando nominalmente gigantes como a Petrobras e o Banco do Brasil.
Zema defendeu que a recuperação do poder de compra da moeda brasileira está diretamente ligada à capacidade do governo de reduzir despesas. Ao criticar o atual patamar de gastos da gestão Lula, o pré-candidato afirmou que o dinheiro só voltará a ter valor real se o Estado economizar, prometendo aplicar um modelo de gestão focado no corte de custos e na eficiência administrativa que marcou sua trajetória no governo mineiro.
O plano de privatizações apresentado por Zema não se restringe apenas às empresas que hoje operam no azul, mas foca especialmente naquelas que, em sua visão, geram prejuízos aos cofres públicos. Segundo o político, a manutenção de certas estatais drena recursos que poderiam ser aplicados em áreas essenciais, justificando a venda dessas companhias como um passo necessário para modernizar a economia nacional e atrair novos investimentos privados.
A declaração marca um posicionamento estratégico de Zema, que busca se consolidar como o principal nome do campo liberal e da direita para o próximo pleito presidencial. Ao colocar ativos estratégicos como a Petrobras e o Banco do Brasil no centro do debate sobre privatizações, o ex-governador sinaliza uma ruptura profunda com o modelo econômico atual, apostando na redução do tamanho do Estado como o caminho para o controle inflacionário e o crescimento econômico.





