O governo dos Estados Unidos publicou em seu site oficial um dossiê detalhado concluindo que a Covid-19teve origem em um vazamento laboratorial no Instituto de Virologia de Wuhan, na China, e não em transmissão natural de animais para humanos. O documento, baseado no relatório final do Subcomitê Especial do Congresso americano sobre a pandemia, reúne cinco pontos centrais que sustentam a tese do vazamento.
As cinco evidências apontadas pelo governo americano
O documento lista os seguintes fundamentos: o vírus possui uma característica biológica não encontrada na natureza; todos os casos de Covid-19 derivam de uma única introdução no ser humano, padrão contrário ao de pandemias anteriores com múltiplos eventos de transmissão; Wuhan abriga o principal laboratório de pesquisa sobre coronavírus da China, com histórico de pesquisa de ganho de função em níveis inadequados de biossegurança; pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan adoeceram com sintomas semelhantes aos da Covid-19 no outono de 2019, meses antes do surto identificado no mercado úmido; e até hoje não surgiu nenhuma evidência de origem natural, contrariando o padrão histórico de outras pandemias.
Fauci e a narrativa fabricada
O ponto mais explosivo do dossiê é a acusação direta ao ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci. Segundo o documento, a publicação científica “Proximal Origin of SARS-CoV-2”, usada repetidamente por autoridades de saúde e pela mídia para desacreditar a teoria do vazamento, foi criada a pedido do próprio Fauci para promover a narrativa de que o vírus teria origem natural.
O assessor sênior de Fauci, Dr. David Morens, teria deliberadamente obstruído as investigações do Congresso, mentido em depoimentos, deletado ilegalmente registros federais sobre a Covid-19 e compartilhado informações privilegiadas sobre processos de financiamento do NIH com o presidente da EcoHealth Alliance, Dr. Peter Daszak.
EcoHealth e dinheiro americano em Wuhan
A EcoHealth Alliance, organização liderada por Daszak, usou recursos dos contribuintes americanos para financiar pesquisas de ganho de função no laboratório de Wuhan. Após o Congresso revelar violações nos termos do financiamento do NIH, o Departamento de Saúde americano iniciou processo de desabilitação da entidade e suspendeu todos os repasses. O Departamento de Justiça abriu investigação sobre as atividades da EcoHealth durante a pandemia.
Distanciamento, máscaras e lockdowns sem base científica
O documento também desmonta medidas emblemáticas da pandemia. A regra dos dois metros de distanciamento social, que fechou escolas e destruiu pequenos negócios em todo o mundo, é descrita como arbitrária e sem base científica. Em depoimento fechado, o próprio Fauci admitiu que a recomendação “simplesmente apareceu”. Sobre as máscaras, o documento conclui que não houve evidências conclusivas de que protegeram a população. E os lockdowns prolongados são apontados como causadores de danos imensuráveis à economia, à saúde mental e física dos americanos, com efeito especialmente negativo sobre os mais jovens.
Censura e controle da narrativa
O trecho mais duro do dossiê trata da censura: quando as tentativas de suprimir vozes dissidentes falharam, a administração Biden teria recorrido à censura direta, coagindo e colaborando com as maiores redes sociais do mundo para silenciar qualquer questionamento sobre a Covid-19. O documento chama essa prática de “esforço vergonhoso para coagir e controlar as decisões de saúde do povo americano”.


