O senador Sergio Moro (PL-PR) lançou nesta sexta-feira (29) sua pré-candidatura ao governo do Paraná. O evento, realizado em Curitiba pelo Partido Liberal, reuniu nomes da oposição ao governo Lula, entre eles o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, o ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo) e o deputado federal Filipe Barros (PL-PR).
O ato também formalizou a aliança eleitoral entre PL e Novo no estado. Dallagnol e Filipe Barros foram apresentados como pré-candidatos ao Senado, compondo uma chapa que a cúpula do grupo aposta ser a mais competitiva da oposição no Paraná para o ciclo de 2026.
No discurso, Moro foi direto ao atacar o atual governo:. “Seria muito fácil abraçar o governo Lula, todas aquelas verbas, aqueles favores, tapete vermelho, se qualquer um deles quisesse mudar de lado. Um deles foi cassado. O mandato do Dallagnol foi roubado da população paranaense. Enquanto Filipe foi incluído no inquérito das fake news, mas se manteve firme”, afirmou.
Quem defende criminoso e terrorista? Quem ficou triste com a decisão do Governo norte-americano em classificar o PCC e o CV como organizações terroristas?
— Sergio Moro (@SF_Moro) May 30, 2026
Somente Lula e seus aliados.
República de Curitiba, 29/5/2026, a mudança começa aqui. pic.twitter.com/m0MtAgGpaX
O senador também projetou crescimento para a coligação. “Quando eu entrei no PL, falavam que a legenda iria diminuir e ficar pequena. Olha só! Ao final desse ciclo eleitoral, o PL e o Novo vão ser os maiores partidos juntos da coligação do estado do Paraná. Podem ter certeza disso. Nós temos a melhor chapa para o Senado”, disse Moro.
O senador ainda destacou a atuação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos pela classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, tema que ganhou repercussão nacional após o Departamento de Estado americano confirmar a medida nesta semana.
O evento consolida o Paraná como um dos estados mais estratégicos para a oposição nas eleições de 2026, com uma chapa que une dois partidos, três nomes conhecidos do eleitorado conservador e uma narrativa construída em torno do enfrentamento ao governo federal atual.






